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    Parente próximo dos macacos, chateia-me que haja quem os tenha na cabeça. Pretendo formar-me em filosofia, música, biologia, matemática e cinema mas, provavelmente, só o farei em 2197.

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Oh p’ra mim na radiotelevisão!

No passado dia 2 de Maio, quando da discussão no parlamento da nova Lei do Tabaco, fui apanhado por uma reportagem da SIC que queria saber a opinião dos profissionais de hotelaria sobre a matéria. A peça passou no Jornal da Noite da SIC no mesmo dia e diversas vezes nos noticiários do dia seguinte da SIC Noticias.

Esta é uma lei que, a ser aprovada tal como proposta, anula toda a liberdade de escolha quer dos clientes, quer dos proprietários dos espaços.

Pena que nesse dia não tivesse vestida nenhuma das minhas t-shirts ateias!

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Lei do Tabaco - Reacções
03:57
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The Man Who Sued God

The Man Who Sued GodO meu post de hoje fica por uma recomendação cinematográfica: “The Man Who Sued God“, filme australiano de 2001, realizado e produzido pelo russo Mark Joffe, com Billy Connolly no principal papel.

Connolly interpreta o papel de Steve Meyers, um advogado desiludido com o sistema e que se havia retirado do activo para se dedicar à pesca. Quando um relâmpago destrói a sua embarcação - o seu único bem - e Steve não consegue receber dinheiro do seguro devido a uma cláusula contratual que exclui “actos de Deus”, ele resolve reinscrever-se como advogado para poder processar deus.
O contra-senso das igrejas é explorado ao máximo, entre outros aspectos, pela indecisão entre se assumirem como representantes de deus e terem que pagar a indemnização ou, para evitarem o pagamento, negarem-se como representantes de deus!

Não me recordo do titulo em português. Contudo, não deve ser difícil de encontrar em clubes de vídeo de qualidade.

Madeleine McCann em Fátima

A ignorância mascarada de fé saloiaComo pai e como alguém que adora crianças, lamento profundamente os acontecimentos à volta do desaparecimento da pequena Madeleine McCann. Como lamento o desaparecimento de todas as crianças portuguesas que, todas juntas, nunca fizeram gastar tanta tinta e tanta concentração de meios para a resolução dos seus casos. Sinceramente, ainda bem para a pequena Madeleine que esses meios estejam disponíveis para ela. Esperemos que este seja um novo padrão a que a nossa policia nos venha a habituar. O ideal seria que tais meios nunca voltassem a ser necessários; mas isso só aconteceria se o mundo, de repente, passasse a ser perfeito.

O que eu não suporto mesmo é a ignorância mascarada de fé saloia. Então, não é que em Fátima, nas celebrações dos 90 anos do embuste-mor nacional, proliferavam as imagens da pequena Maddie com preces para que a pequena fosse encontrada sã e salva!?!

Mas, afinal, onde estava o deus desta gente quando a pequenita desapareceu? Porque é que não se viram cartazes a perguntar ao tal deus ou à sua virgem concubina porque deixaram que a pequena e inocente Maddie desaparecesse, assim, sem mais nem menos? Não é suposto esse tal omni-tudo olhar pelas criancinhas e pelos inocentes? Afinal, ou esse ser que gosta de ser bajulado não sabia o que estava a acontecer e não é omnisciente ou sabia e não fez nada. Pergunto eu: não fez porque não quis ou porque não pôde? Se foi porque não pôde, não é omnipotente. Se foi porque não quis, de facto, não me surpreende; é o que se pode esperar de quem condena um filho à morte por pura vaidade e necessidade de afirmação, num autêntico frenesim de egocentrismo!

(Publicação simultânea: Diário Ateísta / Penso, logo, sou ateu)

E então, nada!

Este post é uma resposta a este artigo de um amigo por quem tenho elevada consideração e respeito, mas que se enquadra dentro daquele grupo-fenómeno de pessoas que são simultaneamente inteligentes e crentes.

Caro José,

Fico contente por ter sido catalisador da inspiração para escreveres este artigo. ;)

Em relação à questão que colocas no titulo do mesmo a resposta é muito simples. “E então?”, nada! Nada, porque és livre de seres aquilo que quiseres. Nada, porque enquanto não quiseres impor as tuas escolhas aos outros és livres de ser o que quiseres. Nada, porque num país laico é tão importante ser ou não ser religioso como ser ou não ser do Benfica, ter ou não ter os olhos azuis ou gostar ou não gostar de Tony Carreira.

No entanto - embora tu faças (e bem) a distinção entre religião e igreja, não te deves abstrair do facto de todas as religiões acabarem por, mais tarde ou mais cedo, se organizarem. Nem te deves abster do facto de que, uma vez organizadas, as religiões disputarem o poder entre si e disputarem também a influência com que operam junto dos órgãos efectivos de poder público e privado. Ler mais »

Dogma

Para aqueles que insistem em fazer algumas confusões aqui fica o vídeo da semana.

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Dogma
18:43
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A Passividade…

…pode levar a isto. Cuidado!

(Publicação simultânea: Diário Ateísta / Penso, logo, sou ateu)

Ainda a Questão dos Feriados

A julgar pelos últimos comentários aos meus artigos “Os Feriados Nacionais” e “O Dia do Ateísmo“, pelo facto de ser ateu, não tenho os mesmos direitos que os demais beatíssimos cidadãos portugueses.

Deve ser da gripe que me atinge, mas ando com pouca paciência para explicar o meu raciocínio. Mesmo assim, vou recapitular mais uma vez:

- Não faz sentido um estado dito laico celebrar 7 ou 8 feriados católicos por ano

- Quer o país produza muito ou produza pouco a percentagem de decréscimo na produtividade é sempre a mesma pelo facto de existirem x feriados por ano (acho que há muitas pessoas que ainda não sabem o que quer dizer percentagem)

- Pelo facto de ser ateu não tenho menos direitos que os outros portugueses beatos, logo, gozo os feriados católicos como muito bem entender

- Como é que eu - que quero menos feriados por ano - é que não quero fazer nenhum e os beatos defensores dos 7 ou 8 feriados religiosos por ano é que se fartam de trabalhar? Isto deve ser alguma arte bíblica de descobrir revelações nas entrelinhas!

- Não existe actualmente qualquer feriado que não seja religioso ou politico. Mesmo o Carnaval, hipocritamente facultativo, varia a sua data consoante a data da Páscoa (como, aliás, a maior parte das celebrações católicas).

O Extremismo Ateu

Às vezes perguntam-me porque é que me envolvo nestas coisas da religião e do ateísmo, se estar sempre a falar do mesmo não é também uma forma de extremismo e como é possível que eu tenha algumas ideias típicas de extremismo ateu…

Essas perguntas, acima de tudo, têm a arte de me desiludir. Desiludem-me porque deixam bem claro que quem coloca essas perguntas não vê diferença nenhuma entre escrever um blog e fazer-se explodir dentro de um autocarro em hora de ponta, entre defender o ensino da ciência e apedrejar uma mulher pela suspeita de adultério, entre expor o ridículo das mitologias modernas e o rastejar até um altar para pagar favores divinos, entre defender a separação do estado e da igreja e levar a cabo guerras internacionais em nome de uma personagem de ficção ou entre defender o humanismo e, em nome da vida, colocar bombas em clínicas de interrupção da gravidez…

Enquanto houver pessoas que não vêem estas diferenças faz todo o sentido ser um ateu; extremista, se quiserem.

Ateísmo (e não só) na Net

No passado sábado na coloquei os habituais links a artigos e notícias de interesse. Segue hoje, com as respectivas desculpas pelo atraso:

GOP Debate: A Competition to See Who Could Be the Biggest Neanderthal, Arianna Huffington - As eleições presidenciais nos EUA são já no próximo ano. A julgar pelo debate entre os 10 candidatos republicanos, temos de ser cautelosos antes de iniciarmos os festejos pelo final do mandato de George W. Bush. É que dos 10 candidatos, 3 assumiram publicamente não acreditarem na evolução! Fica aqui o vídeo com esse momento fantástico de paranóia.

Mente e fisiologia, parte 5: Deus é Amor?, Que Treta! - Ludwig Krippahl no seu melhor. Será deus amor ou apenas uma infinita indiferença?

Unlikely Lines to Find in the Bible - Preparem-se para umas boas gargalhadas! Fazer humor de improviso é uma arte que fica aqui muito bem demonstrada. Se o alvo for a Bíblia… ainda melhor! Via Não há mal que não se cure.

Why reason isn’t just another form of thought-control, Stephen Law - Porque é que a razão se distingue de outras formas de influenciar o pensamento alheio.

A Paixão de Cristo 2: O Dia do Julgamento

Uma mistura de Mel Gibson e Quentin Tarantino com um cheirinho a “Taxi Driver” e à série “24″. A não perder!

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X-Play’s Passion of the Christ 2: Judgement Day
06:12
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Também disponível em versão de animação:

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Passion of the Christ 2: Crucify This
01:28
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