Category Archives: Pessoais

A Long, Long Way

No pas­sado mês de Março escrevi este tema que é dedi­cado à minha mulher e a mim. Enfim, dedi­cado a nós!

Por­que mere­ce­mos e por­que nos mere­ce­mos. Espero que gostem.

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Blog versus Facebook e Twitter

Por diver­sas razões, este ano tem sido mar­cado pelo meu afas­ta­mento tanto deste blo­gue como do Por­tal Ateu. Razões de índole pes­soal e pro­fis­si­o­nal esti­ve­ram na ori­gem desse pro­cesso mas, tal­vez como alter­na­ti­vas para pre­en­cher esse impulso de escre­ver incons­ci­en­te­mente cri­a­das, os sites soci­ais — pri­meiro o Twit­ter e depois o Face­book — ocu­pa­ram a maior parte do meu tempo online. Lamen­ta­vel­mente, diga-se…

Ao longo dos últi­mos anos tenho escrito sobre diver­sas maté­rias, com diver­sos graus de seri­e­dade e inte­resse, quer neste blo­gue, quer no Por­tal Ateu. Qual­quer des­ses tex­tos estará sem­pre dis­po­ní­vel ao alcance de uma pes­quisa ou de uma con­sulta aos arqui­vos, desde que as bases de dados se man­te­nham online.

Com os sites soci­ais não é assim. Embora as entra­das pos­sam lá estar (con­fesso des­co­nhe­cer durante quanto tempo são guar­da­das as infor­ma­ções nos sites soci­ais), a ques­tão é que o tipo de par­ti­ci­pa­ção que se tem nos sites soci­ais rara­mente mere­cerá uma pes­quisa à pos­te­ri­ori, pois tratam-se, nor­mal­mente, de par­ti­ci­pa­ções pouco pro­fun­das, indig­nas de grande aten­ção para além do imediato.

Não quero com isto dizer que os sites soci­ais sejam inú­teis ou desin­te­res­san­tes; o que quero dizer é que não devem subs­ti­tuir os blo­gues. Seria como ten­tar subs­ti­tuir uma tese de Física por uma fór­mula gra­fi­tada numa parede de subúr­bio! Ou como ten­tar resu­mir “Os Maias” a um SMS de 3 linhas em “por­tu­kês”. Não se pode dizer que sejam exac­ta­mente a mesma coisa…

Basi­ca­mente, pode-se colo­car a situ­a­ção desta forma: o Face­book é para os ami­gos, o blo­gue é para as ideias. É que, ao con­trá­rio do que acon­te­ce­ria num mundo ideal, eles nem sem­pre se cruzam!

Keep the Faith in You

Aqui há umas sema­nas saquei as vio­las dos sacos e o resul­tado foi este. Ainda por cima, é a minha pri­meira música des­ca­ra­da­mente ateísta. Espero que gostem.

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Have you tal­ked
To your ima­gi­nary fri­end today?
Like before,
Have you asked him to show you the way?
Why don’t you trust in some­one of flesh and blood ins­tead?
Losing time, lis­te­ning to voi­ces in your head

Con­ti­nue rea­ding

67 dias

Este é o número de dias sem fumar. 67…

Sin­ce­ra­mente, parece-me que ape­nas se acon­te­cesse algo de muito extra­or­di­ná­rio na minha vida é que vol­ta­ria a fumar. Não sig­ni­fica isto que já não tenho von­tade… Não, sig­ni­fica ape­nas que a von­tade de não vol­tar a fumar é já muito supe­rior à von­tade de o fazer.

A isto é que se deve­ria cha­mar “matar o vício”!

Quarentas

Os “qua­ren­tas” são uma idade com­pli­cada: ainda não se é dema­si­ado velho para “dei­xar estar”, mas já não se é sufi­ci­en­te­mente novo para tudo reco­me­çar. Ou é?

Deixar de Fumar

Retomo a escrita do blo­gue, desta vez com moti­vos para celebração.

SG Ven­til, a minha marca

Hoje faz duas sema­nas que fumei o último cigarro. Sin­ce­ra­mente, quando decidi não fumar mais, fi-lo por diver­sas razões e estou certo que a faci­li­dade com que tenho con­tra­ri­ado o vício ao longo des­tas duas sema­nas tem a ver com o facto de todas essas razões terem des­pon­tado simul­tâ­ne­a­mente, o que me tem dado bas­tante força.

Não pre­tendo apro­fun­dar cada uma das razões, pelo menos para já, mas adi­anto que na ori­gem deste — para já, efé­mero — sucesso estão os seguin­tes factos:

  • Raci­o­nal­mente, há muito tempo que tinha deci­dido dei­xar de fumar
  • O meu orga­nismo, devido a uma pequena gripe, dei­xou de ape­lar tanto pelo cigarro
  • Esta era uma deci­são que eu sabia que iria dei­xar as minhas filhas muito felizes

Curi­o­sa­mente, este último ponto é o que mais me tem aju­dado a con­tra­riar a von­tade e o hábito social de fumar. Sei que seria uma grande decep­ção para ambas se eu agora vol­tasse atrás. Daqui a uns dias vol­ta­rei a fazer um ponto da situação.

Just seventeen

Carlos Costa nos Ídolos

Há pouco mais de dois anos, feli­ci­tei o Car­los Costa pela vitó­ria no 2º Con­curso de Kara­oke do Palpita-me. O Car­los, na altura com ape­nas 15 anos, demons­trava já uma matu­ri­dade impres­si­o­nante, dei­xando a larga dis­tân­cia todos os outros con­cor­ren­tes, tanto nas eli­mi­na­tó­rias como na final, que, por sinal, naquele ano teve um pata­mar bas­tante elevado.

A pres­ta­ção do Car­los Costa na pre­sente edi­ção do Ído­los só pode sur­pre­en­der quem não o conhece. Exi­gente con­sigo pró­prio, pro­fis­si­o­nal mesmo quando está a brin­car, o Car­los é um exem­plo do que deve ser um artista que sem­pre tenta fazer melhor e ultrapassar-se a si próprio.

Sem qual­quer menos­prezo pela qua­li­dade dos outros par­ti­ci­pan­tes desta edi­ção dos Ído­los, parece-me que o Car­los tem tudo para poder ser não ape­nas o pró­ximo ídolo de Por­tu­gal mas, muito mais impor­tante, ser um futuro ídolo de Por­tu­gal. E isso faz toda a diferença.

Inde­pen­den­te­mente das esco­lhas musi­cais do Car­los, de uma coisa eu tenho a cer­teza: o que quer que ele venha a fazer, ele vai que­rer fazê-lo de uma forma perfeita.

Para mim, que rara­mente vejo os canais de tele­vi­são gene­ra­lis­tas por­tu­gue­ses, é um pra­zer assis­tir em cada domingo a um Car­los Costa igual a ele pró­prio e que com­prova tudo aquilo que eu disse aqui neste blog há pouco mais de dois anos.

Para­béns, Car­los! Segue em frente.

FELIZ 1976!!!

FELIZ 1976!!!

- Fiquem aten­tos ao novo livro “O Gene Egoísta”, do novato Richard Daw­kins.
– Não per­cam o filme com um gajo que mal sabe falar… “Rocky” é o nome do filme.
– Invis­tam numa empresa que irá ser cri­ada cha­mada Micro­soft
– Não igno­rem uma banda que nas­cerá de um anún­cio colo­cado numa escola em Dublin. Falo dos U2, claro.
– Niki Lauda ficará com um novo visual, sem recor­rer a plás­ti­cas
– Será des­co­berta uma cara na super­fí­cie de Marte
– Os Esta­dos Uni­dos cele­bra­rão o seu 200º ani­ver­sá­rio; autên­ti­cos putos ao pé de nós!
– Final­mente, tere­mos uma nova Cons­ti­tui­ção em Portugal

Enfim, todos os anos são bons, mas o pró­ximo será exce­lente para todos. Esse é o meu desejo! Bom Ano!

Boas Festas

Inde­pen­den­te­mente do que acha­rem que estão a cele­brar, sobre­tudo celebrem-se a vocês e aos que esti­ve­rem à vossa volta! O resto são histórias…