Arquivo da Categoria 'Diversos'

Palavras Cruzadas ou ID às Carradas

Diversos, Humor 2 Comentários »
(Via Saint Gasoline)

(Publicação simultânea: Diário Ateísta / Penso, logo, sou ateu)

Prometeus - The Media Revolution

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Dedicado ao Ludwig Krippahl pelo facto de incluir a frase “… and declares copyright illegal”!

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Prometeus - The Media Revolution
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Ética com estética

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A propósito das touradas, iniciou-se um interessante debate entre o Ludwig Krippahl e o Ricardo Alves sobre ética. No seu último post, o Ludwig defende dois princípios com os quais eu discordo (e não o faço por uma questão de crença ;) ).

Primeiro, o Ludwig defende que merece consideração ética todo aquele que sente, tendo como premissa um sistema nervoso baseado no córtex cerebral dos vertebrados. Ora, esse princípio parece-me tão válido como qualquer outro. Porque não basear-nos num princípio que exclui, por exemplo, as espécies não sociais, uma vez que as consequências da morte de um indivíduo se repercutiriam menos na vida dos outros da mesma espécie? Nesse caso, a formiga teria direito a muito mais consideração ética que um urso polar, por exemplo.

Este princípio do sentir torna-se claramente mais duvidoso quando o Ludwig responde que o doente comatoso irreversível não merece qualquer consideração ética! Quero acreditar que o Ludwig após uma mais ponderada análise irá mudar de opinião. A humanidade é composta por um elevado número de factores, não apenas pela eficiência do seu sistema nervoso. Pelos princípios éticos do Ludwig, um rato de esgoto mereceria mais consideração ética que o tal doente comatoso irreversível. Definitivamente, pouco sustentável.

O Ludwig cai ainda na sua própria argumentação quando aponta as falhas aos métodos que permitem ir “restringindo arbitrariamente «os outros» até dar o resultado certo” quando cita o caso do polvo. Ora, no caso do polvo, o Ludwig está a inclui-lo, ainda que apenas através do beneficio da dúvida, para obter o tal resultado certo que lhe parece mais correcto!

Em segundo lugar, o Ludwig defende que o erro é usar a tal regra de ouro de não fazer aos outros o que não queremos que nos façam e que, em vez dessa regra, o correcto é não lhes fazer aquilo que eles não gostam. Estou completamente de acordo até aqui. O problema é quando o Ludwig se acha no direito de saber o que os outros gostam ou deixam de gostar. Com ou sem um córtex cerebral evoluído, qualquer ser vivo lutará até à última instância pela sua sobrevivência, enquanto individuo ou enquanto espécie.

A vida tem toda o mesmo valor intrínseco. Parece-me uma grande falta de ética valorizar a vida consoante as suas características evolutivas.

Basicamente, diria que é ético poder matar qualquer espécie (com o mínimo sofrimento possível) nas seguintes situações:

  • Subsistência (alimentação)
  • Sobrevivência (auto-defesa)
  • Saúde e Higiene (pública ou pessoal)

Estas situações são válidas para qualquer espécie em causa e a morte deverá ser o menos dolorosa possível quer se trate de formigas, vacas ou ratos de esgoto. Obviamente, implicam a repulsa por qualquer tipo de tortura tanto de ursos, de moscas da fruta ou touros de lide. Plagiando alguém conhecido, o resto é treta! ;)

A Passividade…

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…pode levar a isto. Cuidado!

(Publicação simultânea: Diário Ateísta / Penso, logo, sou ateu)

Pandora: a caixa fechou-se

Arte & Cultura, Diversos 5 Comentários »

A internet já não é o que era! Pandora era a minha rádio preferida online… até ontem! Há 2 ou 3 dias recebi um email da Pandora a informar-me que pela lei dos EUA não estavam autorizados a transmitir os seus conteúdos online para IP’s que não fossem dos EUA, logo, eu deixaria de ter acesso à Pandora. Agora, sempre que tento aceder à Pandora vou automaticamente para esta página.

Alguém me pode sugerir outras alternativas ou, em último caso, um daqueles utilitários que “mascara” o endereço IP?

Entretanto, vou retirar os links para as minhas rádios Pandora da barra lateral.

A Semana em Revista

Diversos 6 Comentários »

Esta semana tem sido bastante interessante. Segunda e Terça foram dedicados aos encontros sob a temática “Análise Evolutiva da Religião”, na Gulbenkian. Assisti às apresentações de David Sloan Wilson (Estudo da Religião através da Biologia Evolutiva) e de Lewis Wolpert (Crenças Causais em Tecnologia e Evolução). Embora não ficasse desapontado, confesso que esperava mais destes dois professores de biologia. Apresentaram conclusões diferentes mas que me parecem complementares. Esforçaram-se – em excesso – para serem politicamente correctos, o que retirou algum brilho ao potencial das suas teorias. Talvez eu estivesse à espera de um pouco mais de exuberância, à lá Richard Dawkins…

Entretive-me, também, com a leitura destas duas entrevistas que salvei em PDF:

God vs. Science – Uma entrevista da Time a Richard Dawkins e Francis Collins, conduzida por David Van Biema

The Flying Spaghetti Monster – Entrevista da Salon a Richard Dawkins, conduzida por Steve Paulson

Finalmente, para acabar a semana em beleza, fui à FNAC (onde mais?) comprar “The God Delusion”, de Richard Dawkins e “The End of Faith”, de Sam Harris. Já tenho com que me entreter!

Bairro Alto Blues

Diversos, Portugal, Sociedade Sem Comentários »

(Este post é uma homenagem a todos os elementos policiais que ajudam a manter o Bairro Alto seguro.)

Esta madrugada, pelas 5 da manhã, a Rua do Alecrim foi palco de uma acção policial em grande.

Ao fim de semana, esta artéria que liga a Praça do Camões ao Cais do Sodré, tem bastante movimento até altas horas da madrugada uma vez que é um dos principais acessos ao Bairro Alto.
O trânsito ascendente foi cortado e o descendente desviado para a direita para a Calçada do Ataíde, em sentido contrário, para aceder à Rua das Flores e, finalmente, à Rua de São Paulo.

Não sei o que terá estado na origem de tal acção policial mas não consigo evitar a sensação de que este tipo de acções deveriam ser mais frequentes. Sair à noite deveria ser seguro. Quem trabalha à noite deveria sentir-se seguro. Há noites em que no Bairro Alto tal sensação de segurança é pura ficção, quer para quem lá se desloca em lazer, quer para quem lá trabalha.

Já assisti a diversas acções do género dentro do Bairro Alto e, garanto-vos, nas semanas que se seguem o ambiente melhora substancialmente e, por consequência, o negócio também. É por demais evidente o cuidado que os agentes da policia têm para agir em conformidade com a lei, sem cair em excessos e sem abusarem do poder que lhes é inerente pelo uso do uniforme. Há alturas em que me espanta o sangue frio com que lidam com determinadas situações.

Lisboa merece um Bairro Alto seguro.

A ICAR e os Referendos

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Compreendo por que é que algumas das campanhas que reflectem a posição da ICAR - e que por ela são influenciadas - em relação ao referendo do próximo dia 11 de Fevereiro parecem tão desesperadas.

Afinal, no único referendo registado há 2000 anos o vencedor foi Barrabás!