Morram de espanto

Mor­ram de espanto, incré­du­los,
Sufo­quem nos rios da vossa ilu­são,
Bei­jem as lágri­mas de vos­sas pai­xões
E sus­pi­rem de negro, tão negro
Como o tom da vossa mar­cha de ago­nia,
Enquanto as cin­zas irre­me­di­a­vel­mente vos con­quis­tam
E a morte tudo vos suga
Num abraço tão eterno como previsível.

Enquanto o tempo me sobra
E um sor­riso não me basta,
Quero ape­nas vibrar
Nas har­mó­ni­cas da minha certeza.

Ah, que ale­gria…
Não há maior pra­zer que a nossa confirmação!

2013/12/01

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