Carlos Costa nos Ídolos

Há pouco mais de dois anos, feli­ci­tei o Car­los Costa pela vitó­ria no 2º Con­curso de Kara­oke do Palpita-me. O Car­los, na altura com ape­nas 15 anos, demons­trava já uma matu­ri­dade impres­si­o­nante, dei­xando a larga dis­tân­cia todos os outros con­cor­ren­tes, tanto nas eli­mi­na­tó­rias como na final, que, por sinal, naquele ano teve um pata­mar bas­tante elevado.

A pres­ta­ção do Car­los Costa na pre­sente edi­ção do Ídolos só pode sur­pre­en­der quem não o conhece. Exi­gente con­sigo pró­prio, pro­fis­si­o­nal mesmo quando está a brin­car, o Car­los é um exem­plo do que deve ser um artista que sem­pre tenta fazer melhor e ultrapassar-se a si próprio.

Sem qual­quer menos­prezo pela qua­li­dade dos outros par­ti­ci­pan­tes desta edi­ção dos Ídolos, parece-me que o Car­los tem tudo para poder ser não ape­nas o pró­ximo ídolo de Por­tu­gal mas, muito mais impor­tante, ser um futuro ídolo de Por­tu­gal. E isso faz toda a diferença.

Inde­pen­den­te­mente das esco­lhas musi­cais do Car­los, de uma coisa eu tenho a cer­teza: o que quer que ele venha a fazer, ele vai que­rer fazê-lo de uma forma perfeita.

Para mim, que rara­mente vejo os canais de tele­vi­são gene­ra­lis­tas por­tu­gue­ses, é um pra­zer assis­tir em cada domingo a um Car­los Costa igual a ele pró­prio e que com­prova tudo aquilo que eu disse aqui neste blog há pouco mais de dois anos.

Para­béns, Car­los! Segue em frente.