No Norte de Marte

O Pho­e­nix che­gou bem ao seu des­tino, tendo “amar­tado” por volta da uma da manhã desta ª feira, 26 de Maio de 2008, hora de Lisboa.

Os pró­xi­mos meses serão, cer­ta­mente, pre­en­chi­dos com novos dados sobre o pla­neta ver­me­lho que per­mi­ti­rão aos cien­tis­tas des­ven­dar os mui­tos mis­té­rios que se apre­sen­tam nesta fase ainda tão pre­coce do estudo de Marte.

Way to go, Phoenix!

Violência no Bairro Alto

Na madru­gada de ontem, quinta-feira, acon­te­ceu mais um epi­só­dio de extrema vio­lên­cia no Bairro Alto que pro­vo­cou uma vitima mortal.

Estes epi­só­dios têm acon­te­cido com uma regu­la­ri­dade assus­ta­dora e, embora acon­te­çam mais fre­quen­te­mente numa zona do Bairro Alto espe­ci­fica e não por todo o Bairro, não deixa de ser pre­o­cu­pante a ino­pe­rân­cia das auto­ri­da­des — e aqui não me refiro aos agen­tes que patru­lham o Bairro — em que­rer con­tri­buir para a solu­ção do problema.

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As responsabilidades

Gosto em espe­cial do último parágrafo.
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As a moral atheist you have a num­ber of rights and res­pon­si­bi­li­ties. These include (but are not limi­ted to):

  1. Have no gods.
  2. Don’t worship stuff.
  3. Be polite.
  4. Take a day off once in a while.
  5. Be nice to folks.
  6. Don’t kill people.
  7. Don’t cheat on your sig­ni­fi­cant other.
  8. Don’t steal stuff.
  9. Don’t lie about stuff.
  10. Don’t be greedy.

Remem­ber, theists may con­demn you for living by this code because you are doing it of your own free will ins­tead of because you’re afraid that if you don’t a supreme being will set you on fire.

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Carta aberta aos crentes

Eu não esco­lhi ser ateu. Ape­nas acon­tece que não creio em nada des­sas coi­sas que, segundo vocês pró­prios, vos tra­zem tanta Paz e Ale­gria. Nem con­sigo — sequer — con­ce­ber que para se ser feliz e viver em paz se tenha que acre­di­tar nes­sas coi­sas que vocês acreditam.

Sou, acre­di­tem, um homem bas­tante feliz. Tenho momen­tos em que só de pen­sar que alguém possa ser mais feliz do que eu me parece impos­sí­vel! Não me passa pela cabeça que alguém possa ser mais feliz ape­nas por ser bafe­jado por essa abs­trac­ção a que dão o nome de Fé. Fé em quê? No des­co­nhe­cido? No incóg­nito? No mis­te­ri­oso? Não entendo…

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Aritmética, População e Energia

Não é segredo nenhum que a forma como deter­mi­na­das afir­ma­ções são pro­fe­ri­das pode fazer toda a dife­rença no impacto que cau­sa­rão no recep­tor. Quando, em vez do sen­sa­ci­o­na­lismo gra­tuito, somos pre­sen­te­a­dos com uma apre­sen­ta­ção supor­tada pela força dos núme­ros, o impacto pode ser enorme.

Nesta apre­sen­ta­ção de apro­xi­ma­da­mente 80 minu­tos, Albert Bar­tlett, Pro­fes­sor Eme­ri­tus do Depar­ta­mento de Física da Uni­ver­si­dade do Colo­rado, explica-nos — e prova-nos — atra­vés de sim­ples arit­mé­tica que a prin­ci­pal fonte de pro­ble­mas com que a Huma­ni­dade se defronta actu­al­mente é o seu cres­ci­mento expo­nen­cial e as con­se­quen­cias do mesmo nos recur­sos limi­ta­dos do planeta.

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Que a Força esteja convosco, Ámen!

De acordo com o astró­nomo res­pon­sá­vel pelo Obser­va­tó­rio do Vati­cano, Rev. Jose Gabriel Funes, não existe nenhum con­flito entre a crença em Deus e a pos­si­bi­li­dade de exis­tên­cia de vida extra­ter­res­tre. Estes “irmãos extra­ter­res­tres” podem mesmo ser mais evo­lui­dos do que os humanos.

O que mais me impres­si­ona é como é que entre tan­tas galá­xias, estre­las e pla­ne­tas exis­ten­tes com pos­si­bi­li­dade de vida, o povo eleito deste Deus tinha logo que ser um povo bár­baro e mes­qui­nho! Capri­choso, não?

Num tom mais sério, quem será o pri­meiro a afir­mar que, na tal macro lei­tura bíblica, esta pos­si­bi­li­dade sem­pre esteve em aberto? É pre­ciso descaramento…

Também acho…

Ainda por cima, tam­bém tenho que levar com os exces­sos carac­te­rís­ti­cos da pró­xi­mas sema­nas nas roma­rias que o pes­soal faz ao Bairro Alto. É uma altura do ano bas­tante difícil.
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Começa outra semana da Queima, nome curto para a Queima das Fitas, essa festa sem ale­gria, de estu­dan­tes que expri­mem a sua mai­o­ri­dade na sua auto­des­trui­ção pelo álcool.

Mas mais que a bana­li­dade do ritual do con­sumo idi­ota de shots e con­cer­tos pimba patro­ci­na­dos por uma marca de cer­veja qual­quer, há outra coisa pior acima disto tudo: a ins­ti­tu­ci­o­na­li­za­ção da medi­o­cri­dade e estupidez.

Que mui­tos indi­ví­duos achem que mai­o­ri­dade é con­su­mir até à regur­gi­ta­ção, e que diver­ti­mento é per­der as memó­rias da sua expe­ri­ên­cia cons­ci­ente, é uma coisa.

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