Os aplausos dos distraidos

Ainda no res­caldo do pro­grama “As Tar­des da Júlia”, tive uma con­versa mais aca­lo­rada com alguém que muito res­peito, me é muito que­rida e se enqua­dra no leque  — e que leque — dos cató­li­cos não pra­ti­can­tes. Tudo come­çou a pro­pó­sito de eu ter admi­tido que uma frase do Ricardo Sil­ves­tre pode­ria ter sido evi­tá­vel, embora ele tivesse razões para afir­mar o que afir­mou, uma vez que hos­ti­li­zou um pouco a assis­tên­cia. Refiro-me à pas­sa­gem em que a assis­tên­cia aplaude entu­si­as­ti­ca­mente uma argu­men­ta­ção do padre pre­sente no pro­grama e em que o Ricardo se sai com um eston­te­ante “as pes­soas aplau­dem por­que são igno­ran­tes”. Seguiu-se, claro está, um leque de apu­pos vin­dos da bancada.

Con­ti­nue reading…

O inexplicável

Num dos pri­mei­ros arti­gos deste blog, em Agosto de 2006, escrevi uma brin­ca­deira sobre uma tape­ça­ria em ponto de cruz com a ima­gem da irmã Lúcia. Inex­pli­ca­vel­mente, esse é um dos arti­gos mais comen­ta­dos por­que — vá-se lá saber porquê — há quem me venha soli­ci­tar outras ima­gens reli­gi­o­sas em ponto de cruz!!!

Já nem sei que res­pon­der e como, sin­ce­ra­mente, fico cons­tran­gido com a inca­pa­ci­dade de algu­mas pes­soas sequer per­ce­be­rem o sítio onde estão, resolvi tomar a iné­dita deci­são de fechar os comen­tá­rios a esse artigo. Quem é que tinha dito que para afe­rir o grau de lite­ra­cia o “saber ler” já não che­gava e tínha­mos que par­tir para o com­pre­en­der? Era capaz de ter razão…

Diz “ƒO” a Concordata(s) — Petição Online

Assina a Petição

Ini­ciá­mos hoje no Por­tal Ateu a peti­ção para abo­lir a Con­cor­data da nossa Ordem Jurí­dica. Este é um pri­meiro passo do Por­tal Ateu para con­tri­buir de uma forma posi­tiva e demo­crá­tica na soci­e­dade civil portuguesa.

Leiam a peti­ção, assi­nem e não se esque­çam de a divul­gar. Neste artigo podem encon­trar o código para inse­rir o botão de pro­mo­ção da peti­ção. Obrigado.

de-conversion

Des­co­bri este blog dedi­cado a todos os que se encon­tram em pro­cesso de “des­con­ver­são”. Vale a pena um olhar mais atento, sem dúvida.
clip­ped from de-conversion.com

For the most part, we beli­eve the tea­chings of Judaism, Chris­ti­a­nity, & Islam, based on the per­cep­ti­ons and myths of a noma­dic anci­ent Mid­dle Eas­tern tribe, should be viewed cri­ti­cally — as should the holy books of these reli­gi­ons. This blog attempts to cri­ti­cally, but res­pect­fully, address issues with these reli­gi­ous ide­o­lo­gies, espe­ci­ally Chris­ti­a­nity. If you are a skep­ti­cal, de-converting, or for­mer Chris­tian, you may find these dis­cus­si­ons interesting.

We also beli­eve that whether or not you beli­eve in God, you should live your life with love, kind­ness, com­pas­sion, mercy and tole­rance while trying to make the world a bet­ter place. If there is no God, you have lost nothing and will have made a posi­tive impact on those around you. If there is a bene­vo­lent God revi­ewing your life, you will be jud­ged on your acti­ons and not just on your abi­lity to blin­dly beli­eve in cre­eds –when there is a sig­ni­fi­cant lack of evi­dence on who God is or if he/she even exists.

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Um novo estilo de recomendações

Já há muito tempo que não deixo aqui umas reco­men­da­ções de “coi­sas” inte­res­san­tes em que vou tro­pe­çando pela net. Muito pro­va­vel­mente até dei­xa­rei de o fazer defi­ni­ti­va­mente. Isto por­que come­cei a uti­li­zar o plu­gin Clip­Marks que me per­mite blo­gar qual­quer coisa que encon­tre na net. Vejam o exem­plo de post ante­rior. Espero que gostem.

The left, religion & rationality

clip­ped from stumblingandmumbling.typepad.com
Rati­o­na­lity, at least in its ins­tru­men­tal sense, is insuf­fi­ci­ent foun­da­tion for mora­lity. It can­not answer the ques­tion: “what is a good life?” because, as Hume said, rea­son can only ever be the slave of the pas­si­ons. Moral thin­king, as Alas­dair MacIntyre argued, requi­res a dif­fe­rent con­cep­tion of rationality .

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Moderação de Comentários — ª forma

Que é como quem diz, dei­xa­ram de ser mode­ra­dos, uma vez que penso já ter detec­tado e resol­vido o prin­ci­pal caso clí­nico cau­sa­dor dos disparates.

As Tardes da Júlia

Hoje fui con­vi­dado para par­ti­ci­par na emis­são de 24 de Abril do pro­grama da TVI “As Tar­des da Júlia”. Nessa data, o pro­grama inci­dirá sobre a temá­tica do ateísmo. Como acon­tece sem­pre nes­tas coi­sas, a data em causa é a única que está mar­cada no meu calen­dá­rio como tendo um com­pro­misso inadiável.

Uma vez que o Ricardo Sil­ves­tre tam­bém foi con­tac­tado para o mesmo efeito, fico mais des­can­sado pelo Por­tal Ateu ter um seu repre­sen­tante na refe­rida emissão.

Não se esque­çam: 24 de Abril, n’ “As Tar­des da Júlia”.