Meninos Rabinos

Esta é dedicada aos leitores portugueses que “andem à volta” das 40 primaveras. É uma prenda que eu pensei irrecuperável mas, graças ao YouTube, é com muito prazer que vos apresento “Os Meninos Rabinos”! Ainda tenho o single de 45 rpm algures guardado. O vídeo pensei que estivesse irremediavelmente perdido na memória.

Para os mais novos, “Os Meninos Rabinos” eram o Vitinho dos princípios de 70 (1972, de acordo com o YouTube).

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Download do video

Para os mais novos, também tenho uma prenda. Vejam lá se se lembram:

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Para quem gosta destas lamechices, fica aqui o link da comunidade do Vitinho.

This entry was posted on Domingo, Dezembro 2nd, 2007 at 6:11 and is filed under Pessoais . You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

3 Responses to “ Meninos Rabinos ”

  1. Pedro Amaral Couto diz:

    “Os Meninos Rabinos” não são do meu tempo. O estilo de época é inconfundível e achei piada à referência ao Pelé e o “rezar a Jesus”.

    Assistia o Vitinho (prefiro a outra versão mais antiga), e tenho pena que tenha sido substituído pelos Patinhos… Tinha feito um vídeo com legendas para divulgar aos estrangeiros a boa animação que os portugueses fizeram.

  2. Helder Sanches diz:

    Pois, essa do “rezar a Jesus”… Tinhas que reparar nisso.

    Penso que esta versão é a mais antiga do Vitinho, mas posso estar enganado.

  3. Haddammann diz:

    Flagelos humanos levados para a Europa. Atenção Civilização!

    Em tudo quanto é civilização o ser humano anotou: !Cuidado com o elogio! Mas nunca os covardes e dependurados em interesses se dão conta; até que atônitos vêem reverter desgraças sobre si mesmos. Assim como de vinte anos pra cá a gana de domínio das “novas” cruzadas religiosas destroçaram a nossa educação civil e nos sitiaram com flagelos, desespêro, e violência; assim vemos na nossa cara a fuga de negros para a Europa. Incapacitados de tomar atitudes em sua própria terra, pois a religião os dizima, e os torna apáticos, enquanto come suas riquezas, vende seus órgãos, vende seus filhos; então, agora são usados para sitiar com flagelo e violência as cidades desenvolvidas (como vimos muito bem fazerem aqui no Brasil; com a imputação desvairada de igrejas e ‘seguranças’ em tudo que é lado; entupindo de sandices nossas escolas, nossas músicas, nossa liberdade; impregnando de violência nossos esportes, nossas convivências, exterminando nossos clubes, açulando um falso racismo, amordaçando nossa Imprensa, adulando nossos Exércitos, e infiltrando-se deformando nossos partidos políticos). As cidades que já não suportam mais o parasitismo psicológico que impõe fantoches através de teo-pulhíticas se tornaram alvos, e os pulhas passaram a disseminar a farsa de “protetores” das famílias para os jovens terem seus pais tutelados por crápulas alcoviteiros sem-escrúpulos (que pregam e disseminam que pessoas se vendem), para nenhum garoto ou garota e nenhum de nós sequer termos chance de tentar saltar a cerca das senzalas-mistas rumo à liberdade. Não importa a pele: Quem leva um filho pra pastor e padre ou diferentes caras dessa coisa, alimenta o desespêro, a violência, o descambo civil. Olhem com atenção tudo e verão em cada segundo desses (des)governos que se sustentam em lacaios covardes a fomentação da violência, do mentiroso conluio de descompromisso com a Terra e da insana devastação e depredação da Natureza e da Sociedade e de nossa Civilização. Se temos ainda algum tipo de brio então havemos que tomar uma posição pessoal ao olhar nossa sorte de a Natureza nos propiciar consciência para sabermos nos preservar. A mesma consciência e estudos nos deu a História e expõe na nossa face o que estamos a fazer; e se continuarmos repetindo a insensatez da mentirada da hipocrisia parasita em que sempre nos dependuramos, teremos a conta da extinção de nossos dias, todos desgraçados por nós mesmos, por nossa sujeição à canalhice de pulhas usurpadores de nossas produções e riquezas. Aprontemos defesa à nossa Civilização.
    Haddammann Veron Sinn-Klyss



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