Ovnilogia e (pa)ciência

De tem­pos a tem­pos, o Ludwig

No entanto, mais grave do que as para­nóias sobre chupa-cabras em via­tu­ras pro­vi­das de sis­te­mas anti-gravidade ou cabe­çu­dos ver­des vio­la­do­res é o facto de a ovni­lo­gia des­viar a aten­ção — e até mesmo dene­grir — os esfor­ços sérios de alguns cien­tis­tas em res­pon­de­rem à ques­tão da pro­ba­bi­li­dade da exis­tên­cia de vida inte­li­gente extra-terrestre. A pro­ba­bi­li­dade de exis­tên­cia de vida extra-terrestre é mui­tís­simo maior do que a de andar­mos a ser visi­ta­dos por pri­mos muito afas­ta­dos oriun­dos sabe-se lá de onde!

Pro­jec­tos sérios, como o caso do SETI, não se devem con­fun­dir com as teo­rias da cons­pi­ra­ção leva­das a cabo pelos defen­so­res da ovni­lo­gia. Apro­veito para reco­men­dar a ins­ta­la­ção do SETI@home; con­tri­buiem para o pro­jecto e ainda ficam com um scre­en­sa­ver “bué de cool”! Com o mesmo soft­ware — BOINC — podem ainda cola­bo­rar em diver­sos outros pro­jec­tos na área da astro­no­mia, bio­lo­gia mole­cu­lar ou mate­má­tica.
Já agora, informo todos os defen­so­res da ovni­lo­gia que era muito mais inte­res­sante que esses tais objec­tos que vos apo­quen­tam vies­sem do futuro na Terra do que de “from far, far away, from a dis­tant galaxy”. Isso, sim, tam­bém era “bué de cool”.

Um dia de Verão na Terra e em Júpiter

A ida até às pis­ci­nas das gru­tas de Mira d’Aire — Aqua­Gru­tas — já estava pro­me­tida há muito para a altura em que esti­vesse de férias, pelo que ontem foi dia de cum­prir a pro­messa. As pis­ci­nas pro­pri­a­mente ditas não são nada de espe­cial mas as cri­an­ças (e não só) divertem-se à grande nos 3 tobo­gans. Exis­tem pre­ços espe­ci­ais para quem visi­tar as gru­tas de Mira d’Aire e depois pre­tenda ir para as pis­ci­nas. Reco­mendo que vão de manhã e per­ma­ne­çam até às 13h00 e não mais. Da parte da tarde a con­fu­são é muito grande, até por­que o recinto torna-se pequeno para tanta miudagem.Existem pre­ços para meio dia apenas.

Ao final da tarde fomos até Vila Nova da Bar­qui­nha e Cons­tân­cia pas­sear e des­con­trair nas res­pec­ti­vas zonas ribei­ri­nhas que são de uma beleza sur­pre­en­dente. Espanta-me que aque­las zonas sejam tra­ta­das com tanto cari­nho sabendo que quase todos os anos o Tejo galga a mar­gem e des­trói muita daquela cui­dada beleza.

Depois do jan­tar, final­mente, dirigi-mo-nos para aquele que (para mim) seria o ponto alto do pas­seio: o Cen­tro de Ciên­cia Viva de Cons­tân­cia. Desde Março, quando visi­tá­mos o obser­va­tó­rio da antiga Escola Poli­téc­nica, que esta visita estava pro­gra­mada. Reco­mendo a todos a visita ao Cen­tro de Ciên­cia Viva de Cons­tân­cia, espe­ci­al­mente a quem tem filhos em idade esco­lar. Uma vez mais, a forma entu­siás­tica com que o Prof. Máximo Fer­reira con­duz as ses­sões con­ta­gia as cri­an­ças e tam­bém os adul­tos. Desta vez, o apo­geu foi obser­var Júpi­ter pelo teles­có­pio. Não estava igual à foto, as qua­tro mai­o­res luas esta­vam todas ali­nha­das do lado esquerdo (lado direito da ima­gem) pelo que ainda foi mais magnifico.

Enfim, um bom dia de férias…

7 lugares

Gos­tava de saber a opi­nião dos ilus­tres visi­tan­tes sobre as mono­vo­lu­mes de 7 luga­res dis­po­ní­veis no mer­cado. Estou mais virado para a Mazda 5, mas a Citroen Grand Picasso, a Toyota Corolla Verso ou a Ford S-Max tam­bém me pare­cem inte­res­san­tes. Alguém quer aju­dar dando a sua opinião?

É importante que se diga…

…que estou de férias. vai ser mesmo para descansar.

After Effects

After EffectsTenho dedi­cado os últi­mos dias ao estudo das mais recen­tes ver­sões do soft­ware da Adobe, prin­ci­pal­mente do Pho­toshop e After Effects. Pre­ciso de criar mate­ri­ais pro­mo­ci­o­nais das acti­vi­da­des do Palpita-me para os pró­xi­mos meses — Rally Paper, Con­curso de Kara­oke — e pre­tendo ser eu a produzi-los. Daí esta minha maior ausên­cia das lides bloguistas.

Se alguém tiver suges­tões sobre a melhor forma de abor­dar o After Effects, diga… Está a dar-me que fazer!

Associação de Comerciantes do Bairro Alto

Tomou hoje posse a nova equipa dos cor­pos soci­ais da Asso­ci­a­ção de Comer­ci­an­tes do Bairro Alto. Após algum tempo (dema­si­ado) de ino­pe­ran­cia, espera-se que esta nova direc­ção con­siga atin­gir os objec­ti­vos a que se pro­põe, tra­zendo van­ta­gens a todos os níveis para todos os inte­res­sa­dos: comer­ci­an­tes, resi­den­tes e visi­tan­tes do Bairro.

O Bairro Alto, sendo um dos mai­o­res ícones da Lis­boa turís­tica, reclama com urgên­cia algu­mas medi­das que ape­nas pecam por tar­dias. O empe­nho de todos os supra­ci­ta­dos é indis­pen­sá­vel para fazer do Bairro Alto um modelo que, pelas suas carac­te­rís­ti­cas únicas, seja uma refe­rên­cia naci­o­nal e inter­na­ci­o­nal do que deve ser ani­ma­ção turís­tica de qualidade.

Boa Sorte!