A Superioridade Moral

Chateiam-me os cren­tes que alvi­tram uma supe­ri­o­ri­dade moral indu­zida pelos ensi­na­men­tos reli­gi­o­sos que pro­fes­sam. Tenho algu­mas dúvi­das que eles de facto acre­di­tem em tal disparate.

A moral é mutá­vel. Não é algo que seja estan­que às influên­cias de todos os aspec­tos que nos rodeiam soci­al­mente. Acon­te­ci­men­tos his­tó­ri­cos mol­dam a moral colec­tiva, acon­te­ci­men­tos pri­va­dos mol­dam a moral indi­vi­dual. Tudo isto, cozi­nhado com a for­ma­ção, edu­ca­ção e expe­ri­ên­cia acu­mu­lada, con­tri­bui para a acei­ta­ção e divul­ga­ção de novas regras morais.

A reli­gião é ape­nas um dos fac­to­res que terá, his­to­ri­ca­mente, con­tri­buído (e mal?) para a mora­li­dade. No entanto, as pre­mis­sas para a cha­mada mora­li­dade reli­gi­osa são impos­tas pelo medo dos encar­gos do pecado e da fac­tura a pagar ao cobrador-mor, o tal ser que espreita os ado­les­cen­tes quando eles estão no duche. Assim, a moral de ori­gem reli­gi­osa não é sin­cera. É fruto da repres­são ide­o­ló­gica hipó­crita imposta pela estru­tura das orga­ni­za­ções reli­gi­o­sas e baseia-se, na maior parte dos casos, em obras de fic­ção com cen­te­nas ou milha­res de anos, essas sim, estan­ques ao evo­luir das sociedades.

Sendo a moral o sis­tema de valo­res mais rela­tivo que existe, alvi­trar tal supe­ri­o­ri­dade é pura demagogia.

(Publi­ca­ção simul­tâ­nea: Diá­rio Ateísta / Penso, logo, sou ateu)

Par­ti­lha!

    17 comentários em “A Superioridade Moral

    1. Catellius diz:

      Viva Hel­der!

      Matar, por exem­plo., é errado para mim por­que eu quero viver. É errado para você por­que você tam­bém quer viver. Aí, como seres soci­ais, faze­mos um pacto (pacto social); eu não mato você e você não me mata. Mas nos uni­mos para matar os habi­tan­tes da tribo do outro lado do rio. Isso pas­sou muito tempo sem ser con­si­de­rado crime, não é mesmo? Nem Josué se sen­tiu cul­pado ao exter­mi­nar cri­an­ças e mulhe­res de Canaã. Ele é tido como o herói pro­ta­go­nista da con­quista da Terra Pro­me­tida e não como um assas­sino, mesmo com o divino “não mata­rás” bem claro den­tro da Arca que os sacer­do­tes con­du­ziam ao longo da mura­lha de Jericó.

      Nações em con­flito como Argos, Esparta e Ate­nas davam fim tem­po­rá­rio às que­re­las para luta­rem con­tra um ini­migo comum, no caso os per­sas. Os pac­tos entre nações e armis­tí­cios são uma nítida exten­são do pacto indi­vi­dual. As guer­ras em cam­pos de bata­lha, do mesmo modo, eram a ten­ta­tiva de afas­tar o con­flito das cida­des, das mulhe­res e cri­an­ças. Até hoje nunca vi nin­guém dizendo que as leis de Guerra atu­ais vêm de um deus, ou de uma soci­e­dade cristã. Foram cri­a­das após as armas de des­trui­ção em massa, por­que nenhuma nação que­ria pere­cer sob um vizi­nho san­gui­ná­rio armado de gás mostarda.

      E hoje a guerra é imo­ral, sendo que até o séc. XIX a coisa era bem diferente.

      Um grande abrço
      Catellius

    2. João Ribeiro diz:

      Hoje em dia os valo­res morais estão defi­nit­va­mente a decair.…ao mesmo tempo que a reli­gião. Será coincidência?

    3. Helder Sanches diz:

      Bom, se que­res ir por aí podes acrescentar:

      - O número de paí­ses a apli­car a pena de morte está defi­ni­ti­va­mente a decair… ao mesmo tempo que a reli­gião. Será coincidência?

      - O racismo está defi­ni­ti­va­mente a decair… ao mesmo tempo que a reli­gião. Será coincidência?

      Enfim, os exem­plos são imen­sos… Cada um vê as coin­ci­dên­cias que quer.

    4. João Ribeiro diz:

      Não há nenhuma liga­ção entre os exem­plos que deste e a men­sa­gem reli­gi­osa. E diz-me quem é que foram as pes­soas que luta­ram con­tra o racismo? E con­tra a pena de morte? Quem é que faz a maior parte do tra­ba­lho volun­tá­rio? São os ateus?
      E o con­sumo de dro­gas, cri­mes, abor­tos que não param de aumentar?

      Mas tens razão há alguma rela­ti­vi­dade e muta­ção na moral nisso con­cordo. Com os seus devi­dos limi­tes. O Hitler pro­va­vel­mente estava muito con­victo que o que estava a fazer era o correcto…

      O que não posso con­cor­dar é com a moral de ori­gem reli­gi­osa ser hipó­crita, ou se é não vejo por­que a moral de um ateu (que tem em parte uma ori­gem jurí­dica) tam­bém não o seja.

      O que a reli­gião faz é dispôr umas leis stan­dard que devem ser segui­das, em que mui­tas se man­têm actu­ais nos dias de hoje. O que evi­tas pro­ble­mas “como o que é moral para ti pode não ser para mim.”

      É exac­ta­mente o mesmo com a jus­tiça de hoje, se matas vais para a pri­são, achas hipó­crita haver uma lei que pre­vine as pes­soas de come­ter cri­mes? Por­que esta lei é tam­bém uma repres­são ideológica.

      Uma pes­soa é genui­na­mente moral, com leis ou sem leis, ateia ou crente…Como há (mui­tas) pes­soas que não o são ainda bem que há estas repressões/leis. No fim de con­tas e em ter­mos prá­ti­cos o que inte­ressa são os actos e não os pensamentos.

    5. Helder Sanches diz:

      O pro­blema é que as leis da moral reli­gi­osa estão isen­tas de escru­tí­nio. São assim e mais nada. Se gos­tas, comes. Se não gos­tas, tens de comer na mesma ou então estás con­de­nado ao inferno.

      A cons­ti­tui­ção e o direito lai­cos têm essa grande van­ta­gem: são escru­ti­ná­veis. Não gos­tas do cami­nho que as coi­sas estão a levar, nas pró­xi­mas elei­ções votas para que mudem. Tenta lá ir suge­rir isso ao padre.

    6. João Ribeiro diz:

      O prin­cí­pio é exac­ta­mente o mesmo, impor moral atra­vés da repres­são e medo.
      Embora eu acho que as leis de moral reli­gi­osa em certa medida são mais coe­ren­tes, por­que não mudam só por­que é conveniente.

      Se bem que são leis dema­si­ado super­fi­ci­ais, e obvi­a­mente não pre­vêem muita coisa.

    7. Xiquinho diz:

      Pois a mim o que me parece é que as víti­mas de pedo­fi­lia do cato­li­cismo estão a aumen­tar, assim como a reli­gião… que as víti­mas do fana­tismo do islão estão a aumen­tar, assim como a reli­gião… e tb aqui os exem­plos podem ser imensos.

      Asso­ciar a reli­gião à moral, sendo a reli­gião a mais infame e vil acti­vi­dade pro­du­zida pelo bicho homem, é de se lhe tirar o cha­péu! Que moral existe na reli­gião? A moral de exter­mi­nar os que per­ten­cem a outras religiões?

      as leis de moral reli­gi­osa em certa medida são mais coe­ren­tes, por­que não mudam só por­que é conveniente”

      Olhe que mudam… podem não mudar na nossa gera­ção, mas mudam. Afir­mar o que eu aqui afirmo há uns tem­pos atrás dava direito a esta­dia no Palá­cio dos Estáus em regime de pen­são com­pleta com vista para as pom­bi­nhas do Ros­sio… mas com cer­teza não se recorda disso, já faz bas­tante tempo…

    8. João Ribeiro diz:

      Isto é mar­gi­nal ao ponto cen­tral mas para come­çar não há nada que indi­que que os casos de pedo­fi­lia este­jam a aumen­tar, sim­ples­mente o reco­nhe­ci­mento de casos de pedo­fi­lia é maior. Depois as víti­mas do Islão são víti­mas de um grupo res­trito de faná­ti­cos, que hoje em dia têm mais meios para cau­sar gran­des danos.. A maior parte dos Muçul­ma­nos não se explode o que indica que os pro­ble­mas têm mais a haver com a “pan­cada” que esses fun­da­men­ta­lis­tas têm do que com a men­sa­gem religiosa.

      Essa sua visão da moral que existe na reli­gião é um pouco retro­cida. Para come­çar não se podem meter todas as reli­giões no mesmo saco. Há várias reli­giões que nunca toca­ram numa espada, e tem o exem­plo tam­bém de reli­giões que têm pou­cos anos tam­bém, que nem incen­ti­vam nem tive­ram tempo de se meter em guerras

      Eu as úni­cas reli­giões que estu­dei deta­lha­da­mente foram as cris­tãs, e são reli­giões de paz , ajuda ao pró­ximo, esmola aos pobres etc.. Que têm o objec­tivo de aju­dar as pes­soas a viver melhor.
      É pre­ciso lem­brar tam­bém que há hoje em dia a Reli­gião não é como há anos atrás. No pas­sado a Reli­gião estava mis­tu­rada com Polí­tica e Ciên­cia, não havia uma divi­são bem defi­nida. Pelo que as guer­ras eram um misto de moti­vos polí­ti­cos, ide­o­lo­gias cien­tí­fi­cas e claro está reli­gi­o­sas também.

      Por último, os dez man­da­men­tos que eu saiba con­ti­nuam iguais, o que mudou não foram as leis reli­gi­o­sas, mas a forma como as pes­soas as aplicam.

    9. António diz:

      A moral não é o sis­tema de valo­res mais rela­tivo que existe,bem pelo contrário.Toda a his­tó­ria civi­li­za­ci­o­nal mos­tra que há uma linha de prumo con­du­tora de uma axi­o­lo­gia de pen­dor ten­den­ci­o­nal­mente universalista.“Não matar”,“não fazer mal”“não torturar”,“não vio­lar” são valo­res que uma enorme franja de huma­nos assume como absolutos(E ‚já agora que esta­mos em plena demo­cra­cia dialéctica,a mim tam­bém me cha­teia a apre­go­ada supe­ri­o­ri­dade inte­lec­tual dos ateís­tas impenitentes…)

    10. Helder Sanches diz:

      Esses valo­res que você refere são, de facto, assu­mi­dos como abso­lu­tos por uma enorme franja de huma­nos. Estou de acordo con­sigo. Não ignoro é o facto de durante sécu­los esses valo­res não terem sido assu­mi­dos como abso­lu­tos pelas diver­sas reli­giões. Nem ignoro o facto de esses valo­res terem vin­gado em algu­mas das civi­li­za­ções gra­ças ao esforço da luta pela secu­la­ri­za­ção das soci­e­da­des em ques­tão. Você parece igno­rar essas gran­des diferenças!

      Se ape­nas lhe cha­teiam os ateís­tas impe­ni­ten­tes, então você é um homem cheio de sorte. É que você para ser cha­te­ado tem que, volun­ta­ri­a­mente (pre­sumo), visi­tar blogs ateus na inter­net. Eu, muito pelo con­trá­rio, tenho que levar com mis­sas na tele­vi­são pública, com cerca de uma dezena de feri­a­dos reli­gi­o­sos por ano, ouvir pes­soas supos­ta­mente res­pon­sá­veis a desa­con­se­lha­rem a uti­li­za­ção do pre­ser­va­tivo, etc, etc, etc… A lista seria longa e dema­si­ado enfa­do­nha. Assim sendo, não se queixe.

    11. António diz:

      Você é o máximo …da inco­e­rên­cia…
      Vejamos:

      Chateiam-me os cren­tes que alvi­tram uma supe­ri­o­ri­dade moral indu­zida pelos ensi­na­men­tos reli­gi­o­sos que pro­fes­sam. Tenho algu­mas dúvi­das que eles de facto acre­di­tem em tal disparate.”

      Como vê,você tem tanto o direito de se cha­ter com o que lhe aprouver,como eu com a aven­tada supe­ri­o­ri­dade inte­lec­tual dos ateís­tas impenitentes.

      Ou você arroga-se,para si,o que já não reco­nhece como legí­timo a quem pensa diversamente ?

      E se tem um site aberto à comu­ni­dade dos ciber­nau­tas tam­bém não se queixe que os outros se cha­teiem com o que muito bem lhes apetecer,ainda que seja dife­rente do que lhe cha­teia a si…

    12. Helder Sanches diz:

      Bolas, devo de estar com alguma difi­cul­dade em me exprimir!

      Você quando vai a qual­quer lado, se encon­trar uma porta aberta, acha-se no direito de entrar e chatear-se com o que lá esti­ver den­tro? Olhe, eu não.

      Por isso é que não vou para blogs cris­tãos dizer que eles andam todos a ser enga­na­dos. Con­si­de­ra­ria isso de uma dese­le­gân­cia bru­tal. Agora, que eles se cha­teiem nos seus blogs com ateus, muçul­ma­nos, judeus ou os guer­rei­ros de Jedi isso é lá com eles. Estão no seu direito.

      De qual­quer forma, você pode sem­pre visi­tar este blog para dis­cu­tir ideias. As tro­cas de ideias são sem­pre mais inte­res­san­tes quando os inter­lo­cu­to­res não estão de acordo, não acha? Isto, claro, par­tindo do prin­cí­pio que você con­corda em dis­cor­dar, caso con­trá­rio, não vale a pena.

    13. António diz:

      Você não está com difi­cul­dade em se exprimir.Está é a ser inter­pe­lado por quem não ali­nha ide­o­lo­gi­ca­mente con­sigo e não apa­re­ceu aqui para lhe dar pal­ma­di­nhas nas cos­tas e lhe dizer amen .Vim ter aqui por não acaso e reconheci-me no texto ini­cial do seu perfil,na parte em que diz que está no seu blo­gue para se divertir,esperando que os seus inter­lo­cu­to­res façam o mesmo.
      Vá não se irrite que a vida são dois dias.…;)
      “As tro­cas de ideias são sem­pre mais inte­res­san­tes quando os inter­lo­cu­to­res não estão de acordo,não acha ?“
      Acho…

    14. breula diz:

      Gos­ta­mos do texto. Aguar­da­mos sua visita ao nosso blog.

    15. Nuno Azevedo diz:

      Sau­da­ções

      Caro Hel­der e demais com­pa­nhei­ros de ter­tu­lia, parece-me que exis­tem aqui algu­mas ideias que não estão total­mente con­so­nan­tes com a rea­li­dade actual (isto sem qual­quer tipo de espi­rito nega­tivo de cri­tica). A teo­ria que quem peca vai para o Inferno e não ha volta a dar-lhe ja não existe, o que, ana­li­sando os Evan­ge­lhos pode­mos dizer é que DEVEMOS con­de­nar o Pecado e NUNCA o peca­dor, até por­que não somos mais do que nin­guem e como seres huma­nos TODOS nós peca­mos, desde o Papa aos cren­tes, dos Agnos­ti­cos aos Ateus todos nós come­te­mos actos pas­si­veis de ser con­si­de­ra­dos como pecado pela Igreja.
      A Igreja é sujeita a mudanças…não os Dog­mas da Igreja mas a forma como os ana­li­sa­mos sim, ha que ter isso em conta, a cons­ci­en­cia de 1200DC não é a mesma da de agora e a de agora não será cer­ta­mente igual à do ano 3000 tudo evo­lui e a Igreja sendo com­posta por homens nao é dife­rente.
      A minha Igreja e par­ti­cu­lar­mente a Ordem a que per­tenço nao como reli­gi­oso mas como leigo, defende exac­ta­mente o con­tra­rio da supe­ri­o­ri­dade moral, defende a humil­dade fisica e moral, “Meu Deus ajuda-me a ser o menos dos homens para os poder ser­vir como é Tua von­tade”, esta frase que nao sei se a estou a repro­du­zir com fide­li­dade por­que nao tenho comigo nada com que possa com­pro­var, mar­cou e marca a minha vida, é esta men­ta­li­dade que tem vindo a rei­nar de algum tempo para ca na Igreja…espero que con­ti­nue e que se espalhe.

      Paz e Bem

      Abraço

    16. ismael diz:

      Mora­li­dade para ti é só não fazer o mal (não matar, por ex)?

      A mora­li­dade cristã (só para usar um ex. de reli­gião) enfa­tiza o fazer o bem, a cari­dade e o altruísmo.

      Alguém aí citou o “pacto social” com rela­ção ao “não matar” (todos que­re­mos viver). Mas isso não me explica o cui­dar de velhi­nhos, de doen­tes ter­mi­nais, de pes­soas invá­li­das, o gas­tar dinheiro com quem vai mor­rer de qq forma, etc. Essas ati­tu­des pare­cem ir con­tra a lógica, o mate­ri­a­lismo, o exis­ten­ci­a­lismo (e, pq não, a sele­ção natural)..

      Nesse ponto, vejo que a reli­gião tem algo mais a dizer do que o ateísmo.

    17. Salomé Nunes diz:

      Será que existe um elo de liga­ção entre “Reli­gião” e “Moral”, eu penso que não.
      Aprendi muito com os ensi­na­men­tos de Jesus, expos­tos de uma forma raci­o­nal que me des­fi­ze­ram anos de dúvi­das acu­mu­la­das na reli­gião tra­di­ci­o­nal cató­lica, compreendo-O melhor e pro­curo seguir a sua filo­so­fia dou­tri­ná­ria por­que a con­si­dero “divina” no sen­tido de nos apon­tar cami­nhos e com­por­ta­men­tos que nos leva­ram a um tão dese­jado por todos — Mundo Melhor.
      Como Ele dizia “Convido-vos a seguir-me, e então TEREIS VIDA e VIDA em ABUNDÃNCIA”, espero que pos­sam enten­der o sig­ni­fi­cado de abun­dân­cia, pois não se refere ape­nas aos bens materiais…até por­que nunca tere­mos abun­dân­cia mate­rial se não tiver­mos ati­tu­des morais de senso de rec­ti­dão, equi­dade e jus­tiça, valo­res tão bem pre­co­ni­za­dos por Jesus. Enfim elevemo-nos acima das reli­giões e ideias pre­con­ce­bi­das e ten­te­mos de facto conhe­cer a men­sa­gem deste Homem sublime que aden­trou à dois mil anos a esfera ter­res­tre e nos deu tama­nha fonte de sabe­do­ria que vale a pena conhe­cer, inte­ri­o­ri­zar e pra­ti­car, afi­nal Ele acei­tou a morte que os pode­res ins­ti­tu­ci­o­na­li­za­dos na época Lhe sen­ten­ci­a­ram só para nos dei­xar a Sua men­sa­gem e exem­plo, come­ça­mos a con­tar os sécu­los A.C e D.C. tal­vez valha a pena conhe­cer com uma mente mais aberta e raci­o­nal o que Ele tanto nos quis trans­mi­tir.
      E nós o que esta­ría­mos dis­pos­tos a fazer para defen­der uma causa???
      Sobre­tudo lembremo-nos — Nada neste mundo é 100% certo certo mas tam­bém nada é 100% errado…não acham??
      Pro­cu­rem sepa­rar Religião/Fanatismo de Moral pois embora pareça uma coisa não tem nada a ver com a outra e muito boa gente as con­funde com muita pena minha, pois con­tri­buem mais para o atraso do que para a evo­lu­ção humana.
      Con­ti­nu­a­ção de Bom Apren­di­zado nesta vida. Muita Paz.

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