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    Parente próximo dos macacos, chateia-me que haja quem os tenha na cabeça. Pretendo formar-me em filosofia, música, biologia, matemática e cinema mas, provavelmente, só o farei em 2197.

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Era uma vez o Limbo…

Mas já não é! De acordo com centenas de anos de doutrina e dogma católicos, o limbo era o local medonho onde ficavam todas as criancinhas que morressem sem ser baptizadas. E digo era porque o Vaticano decretou o seu fim! E, pronto.

Assim, por decreto, o mundo onde vivemos passou a ser completamente diferente, a realidade foi alterada e as crianças passaram a viver num mundo muito melhor e mais justo.

Eu desconfio que o Al Gore está metido nisto; o limbo não ia desaparecer assim, sem mais nem menos! Ninguém me convence que não se trata já de uma consequência da subida das águas do mar devido ao aquecimento global. Se for, impõe-se a pergunta: o que virá a seguir? O Purgatório?

Este caso demonstra bem a leviandade das decisões religiosas. No Vaticano, a realidade decide-se, não se prova. Mais grave do que isso é que quem decide, fá-lo apenas com a autoridade do poder e nunca com a autoridade da prova ou do conhecimento. Que isto não seja óbvio para todos é um mistério, quiçá, maior que alguns milagres!

Lá se foi o limbo… Puf! Coitado…

(Diário Ateísta / Penso, logo, sou ateu)

3 Comentários a “Era uma vez o Limbo…”

  1. Estou espantado como decidiram isso tão cedo…ainda estamos em 2007!

    Sempre avancados no tempo…sempre MUITO avancados no tempo…não me digam que daqui a uns 300 anos as mulheres JÁ vão ter os mesmos direitos do que o homem na religião?

  2. Seguir-se-á, naturalmente (embora não num futuro próximo), a extinção do baptismo, do casamento, da castidade para os sacerdotes - embora isso não seja um problema - , do céu e do inferno.
    De uma forma natural e evolucionista, também deus será declarado extinto (até porque não se conhece espécie que dure mais do que 200 anos, salvo algumas tartarugas gigantes das Galápagos). No fim, vai sobrar o diabo, que, desprovido de habitação, se vai candidatar a uma habitação social, até porque uma religião que não consiga impôr condutas de comportamento sem alguém para nos castigar não será terá reconhecimento.
    Com jeitinho, vai haver sucessão no lugar de deus. Ainda não se sabe se o governo dos cristãos assentará numa República Democrática ou numa Monarquia. As igrejas darão lugar a sedes de partidos político-religiosos.
    A bíblia também vai acabar, para dar lugar a uma Constituição.
    Ora porra! E tanta gentinha que andou a fazer investimentos em planos de poupança para regimes de segurança social pós-morte (vulgas esmolas)…como é que vão ter o reembolso?

  3. As religiões que queiram sobreviver no mundo fazem mudanças. Sei que em algumas seitas isso é normal, considerando não como uma contradição, mas ajustes ou novas luzes. Mas acusam uns aos outros do mesmo erro:
    http://www.cacp.org.br/mudancas%20que%20perturbam%20as%20testemunhas.htm

    Em http://www.cacp.org.br/homoteologiacristagay.htm é dito:
    «A exegese dos teólogos John Ankerberg e John Weldon confirma a posição de outros teólogos evangélicos:
    “o que as Escrituras ensinam sobre moral no Antigo Testamento, elas ensinam também no Novo Testamento. Essa uniformidade também prova que esses trechos bíblicos transcendem as supostas limitações culturais. Porque o caráter santo de Deus nunca muda, Sua lei moral nunca muda. Deus é soberano sobre a cultura e não sujeito a ela. Os valores mutáveis da sociedade não mudam a lei moral de Deus, que é válida para toda e qualquer cultura, independentemente de suas crenças.”»

    Isso é falso. Por exemplo, as afirmações n”O Sílabo dos Erros” (escrito pelo papa Pio IX) são agora má política. A Igreja já não afirma, pelo menos abertamente, que é contra ao direito de liberdade religiosa, à democracia e à razão. A Inquisição e a Terra plana no centro do Universo são passado da Igreja.

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