Saturno

Ciência | 23 Março, 2007

Ontem, pela tardinha, fui com as minhas filhas a uma sessão de observação astronómica no Observatório da antiga Escola Politécnica. Nunca tinha olhado por um telescópio. Pergunto-me, agora, como é possível?

A Lua estava radiante, Vénus brilhante de mais… Saturno foi a estrela da sessão: soberbo. Estava muito semelhante a esta foto: lindo, apaixonante, sedutor, viciante…

Obrigado ao Prof. Máximo Ferreira pela paciência demonstrada com a minha filha mais nova (7 anos) e pela forma pedagógica com que conduziu a sessão.

4 Comentários »

  1. Viva.

    Não podemos esquecer que os anéis de Saturno são o prepúcio de Cristo. :P

    Comentário por Bruno Resende — 23 Março 2007 @ 21:01

  2. Bruno,

    Se houvesse algum gajo com um prepúcio destes seria o maior Casanova da Via Láctea e arredores.

    Comentário por Helder Sanches — 24 Março 2007 @ 17:09

  3. Viva,

    quando vejo uma imagem de Saturno lembro-me sempre das demências prepuciais cristãs a ele associadas!

    Até fiz um artigo exclusivo sobre isso!

    http://webtekk.org/ateismos/?p=228

    Estes cientistas e astrónomos a dizerem que os anéis de Saturno era uma mistura de gelo, poeiras e material rochoso. Andam tão enganadinhos!

    Cumprimentos,
    Bruno Resende

    Comentário por Bruno Resende — 25 Março 2007 @ 4:03

  4. [...] Depois do jantar, finalmente, dirigi-mo-nos para aquele que (para mim) seria o ponto alto do passeio: o Centro de Ciência Viva de Constância. Desde Março, quando visitámos o observatório da antiga Escola Politécnica, que esta visita estava programada. Recomendo a todos a visita ao Centro de Ciência Viva de Constância, especialmente a quem tem filhos em idade escolar. Uma vez mais, a forma entusiástica com que o Prof. Máximo Ferreira conduz as sessões contagia as crianças e também os adultos. Desta vez, o apogeu foi observar Júpiter pelo telescópio. Não estava igual à foto, as quatro maiores luas estavam todas alinhadas do lado esquerdo (lado direito da imagem) pelo que ainda foi mais magnifico. [...]

    Pingback por Helder Sanches » Um dia de Verão na Terra e em Júpiter — 28 Julho 2007 @ 1:42

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