Objectivos do Blog

Sobre o Blog | 25 Outubro, 2006

Contribuir para que a religião deixe de ser tratada como se não fosse uma alucinação colectiva, bloqueadora da lógica, do raciocínio, da evolução do pensamento humano e estranguladora das liberdades individuais.

Para divulgar uma visão naturalista do mundo, isenta de misticismo e sobrenatural, baseada na ciência e na racionalidade.

11 Comentários »

  1. Será que achei um paraiso………!!!!!!!!!!!!!!!rsrsrs

    Comentário por Eva — 1 Abril 2007 @ 15:22

  2. Cara Eva,

    O paraíso é uma ilusão, mas se sentir bem, tenho todo o gosto em que fique por cá.

    Comentário por Helder Sanches — 1 Abril 2007 @ 15:52

  3. Se na realidade queres compreender este mundo, tenta-o compreender através das sagradas escrituras,

    Já agora tens toda a razão em dizer que a religião cega as pessoas, mas quem segue a Jesus Cristo, tem livre pensamento, e não segue a nenhuma religião, não sendo assim religioso.

    E já que só dás importância á ciência, explica-me umas coisinhas, pois acho que emburreci derrepente…

    1 - Se Deus não existe que te deu as capacidades que tens, e a inteligência (conhecimento) que adquiriste (se me responds que foi quem tos passou, responde-me quem lhes passou a eles, e depois a esses também)

    2 - Como me provas que os livros da biblia contêm “coisas” e/ou relatos que só agora é que estão a ser provados como veridicos pela ciencia, sendoque estes livros já têm “alguns aninhos” por assim dizer. E não me venhas com o teu raciocinio pré concebido (e que tu adquiriste) “Obviamente, não preciso de provar a não existência seja do que for até alguém alegar provas evidentes da sua existência.” in expressões idiomáticas religiosas

    3 - Já alguma vez pegaste numa biblia, alé do pegar, já a lêste ?

    Comentário por ezequiel — 21 Maio 2007 @ 1:51

  4. Tás lixado e pior pago…

    Comentário por Xiquinho — 21 Maio 2007 @ 12:56

  5. eu gostei muito do progeto do escelete senhor HELDER SANCHES entendi o progeto queria vos da fora para este trabalho continhuem vai ser um suceco

    Comentário por dulcinea lima sanches — 4 Agosto 2007 @ 20:12

  6. Pois realmente mencionas aqui o sobrenatural, o sobrenatural realmente não existe… tudo o que existe é natural.
    E não admites que possam existir fenómenos naturais dos quais ainda não nos tenhamos apercebido?

    Comentário por João Ribeiro — 6 Agosto 2007 @ 10:10

  7. Se ainda não nos apercebemos deles intrinsecamente ou explicitamente, então, para nós é como se não existissem, ou então acreditamos neles por uma questão de fé, o que não faz o meu género. ;-)

    Mas aceito, sem problemas, a probabilidade de a nossa ignorância ser ainda maior que o nosso conhecimento em muitas matérias. É um processo longo e complexo. Claro, quanto maior vai sendo o conhecimento menos sentido faz em se falar de deus.

    Comentário por Helder Sanches — 6 Agosto 2007 @ 13:49

  8. “Se ainda não nos apercebemos deles intrinsecamente ou explicitamente, então, para nós é como se não existissem, ou então acreditamos neles por uma questão de fé, o que não faz o meu género”
    Houve várias descobertas na ciência que foram previstas antes de serem descobertas: vários elementos químicos, buracos negros… etc….

    “Claro, quanto maior vai sendo o conhecimento menos sentido faz em se falar de deus.”
    Há vários cientistas que dizem que quanto mais descobrem mais acreditam em deus. Portanto não é por ignorância…pode-se acreditar por conhecimento também.

    Espero não estar a ser muito aborrecido :)

    Abraço

    Comentário por João Ribeiro — 6 Agosto 2007 @ 20:58

  9. Essas descobertas que referes fazem parte das situações em que existe conhecimento intrínseco, como no caso dos exoplanetas que não são vistos mas são calculados face à influência que têm nos movimentos da estrela mãe.

    Quanto aos cientistas que quanto mais descobrem mais acreditam em deus não o fazem por conhecimento mas sim por fé. Isso, desculpa-me, mas não te consigo explicar porque eu próprio ainda não entendi.

    Comentário por Helder Sanches — 7 Agosto 2007 @ 4:33

  10. Caro Helder Sanches,
    Exoremos às bençãos de Deus sobcolor de paz para todos nós.
    Se me fascina a visão ateista em relação ao mundo, e costumo afirmar sempre que se nao fosse a espirita, seria ateu.
    Mas para que seja possivel esta “conversao”, para que eu possa realmente compreender a religião como um ópio faz-se necessário uma antitese.
    Você afirmou que seu objetivo é abrir os olhos das pessoas para a visão cientifica do mundo, mas o que é Ciência? O que é Razão?
    Se não tem conhecimento eu lhe informo que a primeira lei que rege a razão é a lei de causalidade, isto é, para todo o efeito há de se haver uma causa. Qual é então a causa primaria segundo a visão atéia?
    Em segundo plano a ciência que voce tanto preza não se ocupa com tudo que existe. Qual Ciência trata de poesia? de Filosofia? E ninguém duvida da existencia delas.
    Outra informação que o Senhor ainda não deve ter, é que a racionalidade da maneira que compreende e que tanto vangloria nasce com René Descartes, em sua obra Princípios da Filosofia, a mesma que ele afirma “Penso, logo existo!”. E nesta mesma obra comprova atraves da razão a existencia de uma força superior, de uma inteligencia maior.
    Albert Einstein diz que “A religião sem Ciência é cega, mas Ciência sem religião é manca”, Immanuel Kant propõe a religião como meio de alcaçar o conhecimento, Denis trata sobre a alma imortal, e a neuroanatomia moderna apresenta algo além da morte.
    Desde já agradecido, aguardo antitese.
    Saudações Fraternas
    Mauro Costa.

    Comentário por Mauro Costa — 10 Dezembro 2007 @ 23:05

  11. Caro Mauro,

    Einstein também disse:
    - That deep emotional conviction of the presence of a superior reasoning power, which is revealed in the incomprehensible universe, forms my idea of God
    - I do not believe in the God of theology who rewards good and punishes evil

    Podemos sempre encontrar as citações que mais nos convém, não é verdade? Ou ir buscar as referências que mais se adequam à nossa predisposição. Tanto Descartes como Kant (e muitos outros), não negando os seus méritos, falharam nessa atribuição causistica de deus. Caso contrário, deus seria de facto indiscutível.

    A questão que coloca sobre a causa primária tem uma resposta muito simples: não se sabe. Parece-me uma resposta muito mais honesta do que invenções criacionistas. Não saber é, para mim, um simples princípio. Daí pode-se partir para todo o lado. Acreditar no menos plausível já me parece bastante problemático e, de facto, pouco cientifico.

    A lei da causalidade, em última análise, permite-lhe apenas garantir uma probabilidade. Você não pode testar todas as variáveis em todas as condições possíveis. Como tal, a ciência não é imutável. Essa é a sua grande garantia. Não tem dogmas.

    Comentário por Helder Sanches — 11 Dezembro 2007 @ 21:52

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